quinta-feira, 3 de novembro de 2016

2001: Uma Odisseia no Espaço (resenha do livro)





Ficção científica de novo no blog \o/

2001 foi escrito por Arthur C. Clarke, e foi "adaptado" pelo Stanley Kubrick, por que entre aspas? Porque o filme veio antes do livro (seria um bom lugar para pôr o gif do esquilo dramático?).

O livro do Clarke é dividido em 6 partes, vamos a elas.

Mas, primeiro, uma música:


Namastê - o nerd que vive em mim saúda o nerd que vive em você.


Noite primitiva

Esse é o título da primeira parte do livro. A parte primitiva da história, primitiva meixmo.

Aqui é o primórdio da humanidade. Antes da agricultura e da caça e do fogo. Um bando de coletores vivendo em cavernas ameaçados por um predador noturno e por outro grupo de "humanos" do outro lado do rio. Ah e ameaçados pela fome também porque nem só de coleta vive o homem. 

Então, temos um monólito (entenda: um retângulo gigante), que no caso não é preto como no filme do Kubrick e sim transparente, o Arthur C. Clarke traiu o movimento. Esse monólito que surge de repente no caminho deles começa uma bateria de exames e testes de aptidão... "pegue aquele osso e use como uma arma... muito bem... mata...".
   



Achei muito legal tudo. TUDO. Que pena são só umas 50 páginas. Sério, queria mais... me encantei não só com a escrita do cara, que diga-se de passagem é muito fluida, mas também com a temática em si.

Não vejo muitas histórias tratando sobre esse período mais primitivo. E é tão interessante justamente porque não é normal as pessoas escreverem sobre isso. Tudo é tão simples, tão novo, tão diferente, ver eles descobrindo as coisas, lidando pela primeira vez com problemas já desprezados hoje. Antes da religião, moral, do conceito de família, antes da carne! É extraordinário de tão simples e complexo que é o ser humano.
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