quinta-feira, 27 de julho de 2017

A genialidade de Agatha Christie

Oi, galerinha, tudo bem com vocês? 😍

Hoje vim conversar sobre a minha terceira experiência com a Rainha do Crime 💕 Iniciei 2017 com E não sobrou nenhum e nós conversaremos mais sobre ele no mês de outubro (juro que será um post bem legal, com outras indicações maneiras). Depois, conheci o astuto e brilhante Hercule Poirot em O Assassinato no Expresso do Oriente, cuja adaptação para o cinema sai esse ano \o/ E em junho tive o prazer de ler mais uma obra na qual vemos o genioso cérebro do detetive trabalhar a todo vapor.


Em Cai o Pano, Poirot retorna à Mansão Styles, (lugar que já fora palco de um assassinato anos atrás, sendo um dos casos mais famosos da carreira do detetive) que atualmente tornou-se uma pensão comandada pelos Luttrell, para impedir que um novo assassinato seja cometido no lugar. Tendo observado outros cinco crimes e encontrado nestes uma espécie de padrão, Poirot está certo de que a variável que os une é X, a pessoa, de fato, responsável pelos assassinatos. E não apenas isso: X estaria em Styles, preparando-se para fazer uma nova vítima (ou vítimas ).

Porém, a saúde de Poirot encontra-se bastante comprometida, limitando suas ações. Assim, ele solicita que seu velho e fiel amigo, Capitão Arthur Hastings, seja seus olhos e ouvidos em Styles e o ajude a impedir que X ataque novamente. Hastings sente-se perdido, sem saber exatamente como agir, mas resolve aproximar-se dos demais hóspedes afim de extrair qualquer indício de suas personalidades ou ações que os tornem possíveis suspeitos ou suspeitas. 

O ápice da trama está contido nas últimas páginas do livro, porém o clima de tensão é construído durante toda a obra. Desconfiei até de minha sombra ao devorar a história e juro pra vocês que simplesmente desisti de tentar encontrar X .-. Na verdade, desisti de acompanhar a mente desse homem porque definitivamente não dá, haha. Mas devo dizer a vocês que além de surpreender, o desfecho nos deixa de coração apertado (se você que está acompanhado ao post já leu o livro, vem cá me dar um abraço 💔).

O título dessa postagem não é por acaso: os acontecimentos nas obras dessa mulher são cuidadosamente entrelaçados. Ela sabe direitinho como manipular seus leitores, fazendo com que nós elaboremos mil e uma teorias e acreditemos em cada uma, só para no final recebermos um grandiosíssimo VRÁ na cara e ver tudo o que pensávamos cair por terra. Seus personagens conseguem ser um pouco de tudo, despertando em nós variados sentimentos, desde simpatia à julgamentos (por vezes precipitados... ou não .-.). 

Pois bem, acho que já posso me considerar uma fã assumida de Agatha né? Inclusive, estou com planos de fazer um projeto onde a cada mês lerei uma de suas obras. Não irei oficializar ainda porque a pilha de leituras por aqui tá enorme (😐), mas quando me organizar direitinho compartilharei com vocês 💙

E aí, qual foi o seu primeiro contato com a majestosa Agatha? Vem cá e me conta \o/

Espero que tenham curtido a resenha. Beijo estalado na bochecha e até a próxima 😘😘😘




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