sexta-feira, 24 de abril de 2015

Se eu ficar resenha






Os fãs de dramas que me perdoem , mas eu preciso desabafar sobre

                                                                         “Se eu ficar”:













Ficha técnica:

Titulo: If i stay (Se eu ficar)

Diretor: R.J. Cutler

Nacionalidade:E.U.A

Gênero: drama



Qual foi o melhor dia da sua vida? E qual foi o pior?

Esse filme é um daqueles que traz uma historia que te faz pensar em quão efêmera a vida é, e do que você tem medo e o que você espera dela; é de fato uma historia muito triste, e eu não sou muito fã de dramas, não acho nada interessante ver o sofrimento de pessoas que não existem, nem das que existem; enfim ...











Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma garota que manda muito bem, não espera... “muito bem” é apelido ela é boa pra caralho no violoncelo, e tem um futuro promissor, além disso, ela também conseguiu um namorado super lindo e talentoso, que é gamado nela, Adam (Jaime Blackley) é o seu nome; o problema é que toda a historia é narrada como as lembranças do passado, porque no presente ela está em coma depois de sofrer um acidente com sua família, em que a mãe dela morreu na hora, o pai durante a cirurgia e o irmãozinho dela algumas horas depois, mesmo que os médicos tenham dito que o fato de que ele estava consciente, quando chegou ao hospital, era positivo.




Eu não quero nem me imaginar no lugar da Mia, estar em coma e vendo sua família partir um por vez... Sim, porque o espirito dela fica próximo ao corpo acompanhando tudo, mas o dilema dela em partir com a família ou ficar com as outras pessoas que a amam também é muito difícil para ela, e o filme gira em torno disso. Não posso mencionar nada acerca do final, qualquer coisa que escrevesse já seria um spoiller, por favor, compreendam! <3












A atuação de todos foi muito boa, a riqueza de detalhes foi muito impressionante também, o interessante é que o diretor priorizou que os atores tocassem de verdade, ou seja, toda aquela “fodacidade” (Palavra do dicionário exclusivo do mundo da Manuela, é inútil procurar em dicionários comuns; e significa mandar muito bem, ser incrível em algo) é real. Outra curiosidade sobre o filme é que é um filme estreante, pois foi o primeiro longa metragem do diretor R.J. Cutler, e a primeira adaptação cinematográfica de uma obra de Gayle.



O que mais me chamou atenção, foi como o filme te prende do inicio ao fim, eu não conseguia parar de ver, mesmo que eu não quisesse faze-lo. Não queria, porque desejava ler o livro em primeiro lugar, mas aconteceu e eu adorei cada litro de lagrimas que derramei a cada cena.








Antes de começar a escrever esta resenha tive a oportunidade de ler o que era para ser uma entrevista entre a Gayle e o Jaime (respectivamente a autora do livro que inspirou o filme e o ator que fez Adam na adaptação ) mas que acabou por ser uma conversa descontraída e de troca de experiências e historias; eles falavam da construção dos personagens e da historia como um todo e do que os inspirava na hora de compor as personagens; e isso é o que mais me fascina em uma historia, mais ate do que o resultado, o olhar para trás e rever o processo de construção e saber que deu certo e que mesmo que não tivesse sido conhecida agora Gayle ainda teria uma linda historia de amor, e não só Mia e Adam, mas Mia e sua família.






Bom pessoinhas, é isso; ate a próxima!

Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-217930/

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